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Empreendedora e executiva de sucesso que já foi sacoleira lança obra pela Best Business

Do trabalho informal ao cargo de diretora de multinacional. Conheça a trajetória impactante e história de sucesso de Erika Linhares, empresária e palestrante que roda o Brasil em palestras para compartilhar experiências e ensinamentos


Há quem fale de gestão e nunca foi líder. Há quem fale de sucesso profissional, mas nunca viveu o sucesso. Erika Linhares, palestrante, executiva especializada em comportamento e pedagoga, viveu na pele diversas dificuldades, se reergueu e teve sucesso. Liderou mais de 15 mil pessoas em sua gestão como diretora nacional de uma multinacional. Ela lança em outubro a obra Gente Feliz Não Enche o Saco, pela Best Business, do grupo editoral Record.


No livro, Erika conta sobre sua trajetória pessoal e profissional desde a adolescência vivida em Sete Lagoas, em Minas Gerais, até se tornar uma empreendedora, sócia da B-Have, empresa em que dá palestras e cursos em empresas pelo Brasil todo. Na obra Erika também conta e ensina como conquistar sucesso na carreira. Além de ser executiva, ela é pedagoga e tem método e didática para falar sobre o assunto.


A cada capítulo, os leitores aprendem diferentes ensinamentos com base em experiências vividas pela empresária ao longo da carreira. Logo no início da obra, ela conta sobre a primeira equipe de trabalho da qual fez parte: sua família. O pai faliu e todos, que viviam muito bem e não estavam acostumados com dificuldades financeiras, precisaram recomeçar. A mãe foi vender cachorro-quente, os irmãos passaram a negociar talão de estacionamento, o pai foi à luta para recomeçar os negócios em uma garagem e Erika virou sacoleira.


"Posso dizer, sem medo, que a minha família foi a primeira equipe da qual fiz parte - e que equipe! Que lideranças! Quando eu via minha mãe, com as mãos contorcidas e sentindo muita dor por causa da artrite, e ainda assim empurrando aquela carrocinha de cachorro-quente na praça para ter dinheiro para pagar seu plano de saúde, como eu poderia pensar em assumir o papel de vítima? Quando eu via meu pai, depois de décadas de trabalho, ter de lutar para reconstruir o ganha-pão da família, como eu poderia me acomodar e esperar que a prosperidade caísse do céu?"


Cada capítulo termina com um quadro de lições aprendidas, em que a empreendedora leva os leitores a refletirem sobre o que foi lido, além de incentivar que todos tenham mais atitudes e se coloquem menos na posição de vítimas. Entre os ensinamentos, estão a importância de aprender com os erros, ajudar mais as pessoas e julgar menos, cair e levantar, ser grato pelo que tem hoje, ser um chefe mais humano que ensina seus funcionários, etc.


"Ensinar a técnica sem se preocupar com o comportamento é um desperdício: as pessoas não vão saber como aplicar tudo aquilo que aprenderam e ainda vão se sentir frustradas com aquele potencial nas mãos".

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