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A era dos livros continua: conheça o diferencial da editora mais jovem presente entre as TOP 5

Com pouco mais de três anos no mercado, a Buzz Editora segue crescendo durante a pandemia


Com o lema "não é você que vira a página, é a página que vira você", a Buzz Editora vendeu mais de um livro a cada oito segundos no último ano. A editora traz ao mercado um diferencial em meio às inúmeras estratégias massivas encontradas pelos consumidores que, muitas vezes, se decepcionam por títulos e chamadas que não condizem com o conteúdo ofertado. Isso porque seu nascimento foi gerado a partir do sonho de um editor inspirado, Anderson Cavalcante, que, com mais de 26 anos de experiência e seus ideias muito definidos, uniu forças com o gigante das estratégias, o empresário Flávio Augusto. Juntos, entendem na pele como o conhecimento oferece as ferramentas necessárias para transformar vidas.

"Tanto eu quanto o Flávio viemos de famílias sem recursos. E com muito trabalho e dedicação, nós conseguimos realizar os nossos objetivos. Por isso, sabemos o quanto o conhecimento foi fundamental, importante e decisivo no caminho que trilhamos", conta Anderson, idealizador da Buzz, que já havia tido participação em grandes editoras durante 22 anos até decidir abrir sua nova empreitada e viver o sonho do seu jeito. "Percebi que os lançamentos estavam sendo mais do mesmo e eu queria inovar. Quis trazer livros com autores que tenham autoridade para falar dos assuntos e que trouxessem conteúdos com profundidade, sem ser denso, chato e que poucos tem o interesse de ler ou entender".

Foi seguindo o caminho do conteúdo que transforma que Anderson tornou o sonho realidade e vem colhendo os frutos do sucesso, plantados pelos seus ideais, estratégias e objetivos bem definidos desde o início. "Nossa meta nunca foi quantidade, mas sim qualidade. Por isso, lançamos no máximo 2 títulos por mês enquanto outras editoras lançam 52 ou 48 obras. O que realmente queremos é a certeza de que, quando a pessoa termina a leitura, ela tenha mudado algo em sua vida. Como um jeito de pensar, uma atitude ou a forma de enxergar o mundo. É muito bonito de falar, muito filosófico e parece chavão, mas nossos números comprovadamente mostram que nosso ideal deu e continua a dar certo", finaliza.

Com um crescimento anual surpreendente, a editora nascida há pouco mais de três anos terminou 2019 em oitavo lugar no ranking geral que inclui todas as categorias de livros e em 2020 está em terceiro lugar no ranking geral de negócios do país, ultrapassando empresas que contam com mais tempo de mercado, que exploram segmentos que ainda não são trabalhados pela Buzz, e que lançam uma quantidade de obras mensalmente bem maior do que os 85 livros editados, trabalhados e configurados distribuídos pela editora desde o início de sua trajetória. Essa conquista se deve ao conteúdo honesto, de qualidade e com poder de transformação. E, além disso, Anderson inovou no projeto gráfico, que ganhou cores, formas, espaçamentos e ilustrações diferentes dos padrões tradicionais utilizados pela maioria das editoras. "Geralmente, os livros eram textos corridos em preto e branco e ponto final. Criamos projetos gráficos diferenciados com miolos em quatro cores, arejados, com core especiais, ilustrações e espaços de respiro que fazem com que o texto seja gostoso de ler. Livros não são só as palavras escritas, mas também as partes em branco sem texto que também fazem parte da experiência da leitura. É dar o tempo para que o leitor assimile a reflexão feita, compreenda a provocação do texto e pense como abarcar esse conhecimento em si", explica o responsável pelos best-sellers "Seja Foda" de Caio Carneiro, "Nunca foi Sorte" de Adriana Sant'Anna e pela obra "Pega a Visão" de Rick Chesther, todos títulos que ficaram entre os 10 mais vendidos do ano de 2019 no Brasil.

Mesmo com os desafios enfrentados pela chegada da pandemia, o faturamento da Buzz Editora não deixou a desejar, apresentando um aumento significativo com o lançamento de grandes nomes e títulos, como "Enfodere-se", segundo livro de Caio Carneiro; "Persuasão" de Maytê Carvalho e "Escolha sua vida" de Paula Abreu. As novidades vieram na hora certa para o público que, com o distanciamento social, se viu encontrando mais tempo para relaxar, estudar e imergir em um conteúdo profundo e gostoso de ler. Além disso, o time de autores da editora segue um planejamento de ações que visam ajudar os leitores, seguidores nas redes sociais e o público em geral a manter o equilíbrio e encontrar soluções para os problemas gerados pela ansiedade e convivência.

"A Buzz tem estimulado cada vez mais os nossos autores para contribuírem com o público por meio dos seus temas específicos. Como por exemplo Andréa Morais, autora do livro "Tamo Junto", que fala sobre relacionamento de casais e que tem feito diversas ações conosco, entre elas lives e palestras gratuitas para ajudar as pessoas, já que temos visto, claramente, um alto índice de casais que estão enfrentando dificuldades nos relacionamentos ou que estão se separando neste momento atípico e inesperado", conta Anderson Cavalcante.

Apesar dos grandes resultados, o também escritor e autor do livro "O que realmente importa" nunca almejou um crescimento acelerado e sem propósito, priorizando o que mais importa: os leitores e as histórias que valem a pena serem contadas e lidas. "Não busco que a Buzz seja a maior editora do Brasil. Eu desejo ser a editora que mais impacta a vida das pessoas através de suas obras e também a mais amada pelos seus leitores. Cada vez que recebemos e-mail, direct no Instagram ou quando encontramos alguém na rua que vem contar que leu algum livro nosso que impactou, mudou, e transformou sua vida, ficamos com a sensação de missão cumprida e de estar contribuindo com um Brasil melhor", finaliza.

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